Objeto adorado por uns e detestado por outros!
Mas afinal a chucha salva tudo, ou na verdade é uma vilã cruel?
Um pouco das duas opções, o importante é saber que chucha usar, quando usar e quanto tempo. Passos fundamentais para que tudo corra bem.
Existem vários tipos de chuchas, das tradicionais às convencionais, de vários tipos de materiais como silicone e látex. Importa que a escolha da chucha seja feita de modo consciente, adaptada à idade da criança e à sua estrutura intraoral, bem como a necessidade de chucha terapêutica.
As chuchas devem manter a sua integridade estrutural, em caso de deformação ou corte, descarte-a. Devem ser lavadas e esterilizadas regularmente, quanto mais pequena a criança, maior a regularidade, e devem ser substituídas ao final de cada mês.
Apesar de não se dever introduzir a chucha nos primeiros dias de vida da criança, para que não haja confusão com o bico do seio materno, existem situações em que iremos utilizar a chucha como treino de sucção (sucção não nutritiva). Aguarde a instrução do pediatra relativamente ao tipo de chucha a adquirir.
Um dos grandes problemas da chucha, é quando esta se torna a única maneira da criança se autorregular. Esta falta de alternativas cria no uso da chucha uma dependência extrema.
O tempo de uso deve ser pequeno, umas poucas sucções e a chucha sai do interior da boca.
Mas qual a pressa? O uso contínuo e desregulado da chucha causa alterações respiratórias, otites, amigdalites. O uso da chucha sem controle, cria alterações intraorais, que muito resumidamente, provocam alterações no crescimento interno da boca, palatos altos e ogivais, alteração da posição da língua, mordidas abertas que causam alteração na oclusão dentária. As alterações de oclusão dentária, levam a alterações na mastigação, alteração na produção dos sons. E toda esta conjuntura leva a um atraso no desenvolvimento da linguagem.
Dosear é a chave, retirar completamente antes dos três anos é fundamental para um bom desenvolvimento.








